TCE-AM proíbe veiculação de propagandas eleitorais em suas dependências

A decisão busca atender o princípio de impessoalidade na administração pública
TCE-AM proíbe veiculação de propagandas eleitorais em suas dependências


Em portaria publicada no Diário Oficial Eletrônico (DOE) desta sexta-feira (19), o presidente do Tribunal de Contas do Amazonas (TCE-AM), conselheiro Érico Desterro, proibiu a veiculação de propagandas eleitorais nas dependências da Corte de Contas. A decisão busca atender o princípio de impessoalidade na administração pública.

A medida é válida para todos, incluindo membros e servidores do Tribunal, do Ministério Público de Contas (MPC), colaboradores, e visitantes.

Na decisão publicada (Portaria nº 659/2022) ficam proibidas as manifestações de cunho eleitoral das mais diversas formas, como distribuição ou fixação de cartazes; santinhos; camisas; adesivos; broches; bandeiras, e outros.

Também foi decidido, ainda, que os veículos de servidores e colaboradores com qualquer tipo de propagando eleitoral, sejam pinturas, adesivos ou bandeiras, estão proibidos de estacionar nas dependências da Corte de Contas. O cumprimento será fiscalizado pela Diretoria de Assistência Militar do Tribunal.

O descumprimento da decisão acarretará em providências perante a Justiça Eleitoral, podendo ser caracterizado como irregularidade no âmbito administrativo.

Com informações da assessoria.

Veja Mais

Artigos Relacionados:

Da seca extrema à exportação de uma solução: tecnologia ribeirinha de tratamento de água nascida no Amazonas atravessa fronteiras

Criado pelo Instituto Mamirauá no Médio Solimões em resposta à seca histórica de 2023 e 2024, o projeto “Água de Beber” chega agora a comunidades ribeirinhas da Amazônia equatoriana, que enfrentam os mesmos rios barrentos e a mesma vulnerabilidade climática do território onde a tecnologia foi pensada A seca de 2023 e 2024 baixou os rios da Amazônia a níveis nunca vistos, e comunidades ribeirinhas

Da seca extrema à exportação de uma solução: tecnologia ribeirinha de tratamento de água nascida no Amazonas atravessa fronteiras

Criado pelo Instituto Mamirauá no Médio Solimões em resposta à seca histórica de 2023 e 2024, o projeto “Água de Beber” chega agora a comunidades ribeirinhas da Amazônia equatoriana, que enfrentam os mesmos rios barrentos e a mesma vulnerabilidade climática do território onde a tecnologia foi pensada A seca de 2023 e 2024 baixou os rios da Amazônia a níveis nunca vistos, e comunidades ribeirinhas

Olá, visitante