Escultura de onça pintada em prol da conservação da Amazônia é exposta em Nova Iorque

A exposição chama atenção para a proteção da Amazônia e fauna

As onças-pintadas invadiram Nova Iorque e, desta vez, com representação amazônica. A Fundação Amazônia Sustentável (FAS) e a Dell Technologies, convidaram dois artistas brasileiros para pintar uma das esculturas da Jaguar Parade.

Intitulada “Preservar é preciso”, a obra é uma colaboração do multiartista amazônico Rui Machado com a artista plástica Lívia Mourão. 

A FAS escolheu representar a conservação da Amazônia e a valorização dos povos tradicionais na escultura, que está exposta no Central Park desde o dia 7 de setembro. A floresta amazônica, além de uma das mais importantes do mundo e peça central no combate à crise climática, é um dos lares do felino no Brasil.  

Na criação, a dupla visa mostrar a vida das populações da floresta e a sua interação com as onças, e a biodiversidade do bioma.

“Toda fauna, a floresta e os povos que nela vivem têm direito à vida. Que seja verde, viva e livre”, afirmaram os artistas.  

Aproximadamente 40 esculturas estilizadas por artistas de diversas nacionalidades participam da Jaguar Parade e estão expostas em locais turísticos como o Central Park Zoo.

Além disso, até o dia 15 de outubro, as esculturas de onças-pintadas serão leiloadas, de forma online, e 100% do lucro com a venda das peças será doado para projetos de preservação da espécie e seus ecossistemas.  

Com informações da assessoria

Veja Mais

Artigos Relacionados:

Da seca extrema à exportação de uma solução: tecnologia ribeirinha de tratamento de água nascida no Amazonas atravessa fronteiras

Criado pelo Instituto Mamirauá no Médio Solimões em resposta à seca histórica de 2023 e 2024, o projeto “Água de Beber” chega agora a comunidades ribeirinhas da Amazônia equatoriana, que enfrentam os mesmos rios barrentos e a mesma vulnerabilidade climática do território onde a tecnologia foi pensada A seca de 2023 e 2024 baixou os rios da Amazônia a níveis nunca vistos, e comunidades ribeirinhas

Da seca extrema à exportação de uma solução: tecnologia ribeirinha de tratamento de água nascida no Amazonas atravessa fronteiras

Criado pelo Instituto Mamirauá no Médio Solimões em resposta à seca histórica de 2023 e 2024, o projeto “Água de Beber” chega agora a comunidades ribeirinhas da Amazônia equatoriana, que enfrentam os mesmos rios barrentos e a mesma vulnerabilidade climática do território onde a tecnologia foi pensada A seca de 2023 e 2024 baixou os rios da Amazônia a níveis nunca vistos, e comunidades ribeirinhas

Olá, visitante