FAB manterá abertura parcial do espaço aéreo yanomami até maio

Restrição a voos começou no dia 1º de fevereiro

O Comando Operacional Conjunto Amazônia anunciou hoje (13) a prorrogação, por mais cerca de três meses, da abertura parcial do espaço aéreo sobre as terras yanomami. A restrição a voos na área começou no dia 1º de fevereiro, como parte da operação Escudo Yanomami 2023.

Três corredores humanitários de voo foram abertos no último dia 6, com o objetivo de permitir “a saída coordenada e espontânea das pessoas não indígenas das áreas de garimpo ilegal por meio aéreo”, segundo nota do Comando Operacional Conjunto.

Prorrogação

A suspensão parcial do bloqueio aéreo vigoraria até hoje, mas o governo decidiu prorrogá-la até 1h da manhã (horário de Brasília) de 6 de maio.

Muitos garimpeiros estão deixando as terras indígenas voluntariamente. Além da saída por avião, que se mostra uma alternativa muito cara, há a possibilidade de deixar da região por meio de barcos que estão circulando pelos rios do território.

Foto: Fernando Frazão

Veja Mais

Artigos Relacionados:

Da seca extrema à exportação de uma solução: tecnologia ribeirinha de tratamento de água nascida no Amazonas atravessa fronteiras

Criado pelo Instituto Mamirauá no Médio Solimões em resposta à seca histórica de 2023 e 2024, o projeto “Água de Beber” chega agora a comunidades ribeirinhas da Amazônia equatoriana, que enfrentam os mesmos rios barrentos e a mesma vulnerabilidade climática do território onde a tecnologia foi pensada A seca de 2023 e 2024 baixou os rios da Amazônia a níveis nunca vistos, e comunidades ribeirinhas

Da seca extrema à exportação de uma solução: tecnologia ribeirinha de tratamento de água nascida no Amazonas atravessa fronteiras

Criado pelo Instituto Mamirauá no Médio Solimões em resposta à seca histórica de 2023 e 2024, o projeto “Água de Beber” chega agora a comunidades ribeirinhas da Amazônia equatoriana, que enfrentam os mesmos rios barrentos e a mesma vulnerabilidade climática do território onde a tecnologia foi pensada A seca de 2023 e 2024 baixou os rios da Amazônia a níveis nunca vistos, e comunidades ribeirinhas

Olá, visitante