Cauxi Eletrizado está no terceiro lote de ingressos

Bloco acontece neste sábado (11/02) e tem participação do cantor pernambucano Otto

Estão à venda os ingressos do terceiro lote para o Bloco Cauxi Eletrizado, que acontece neste sábado (11/02), na Assinpa (Associação dos Servidores do Inpa – Rua da Lua, Morada do Sol, Aleixo). Os bilhetes antecipados custam R$ 70, no site Sympla (sympla.com.br).

A 11ª edição da festa inicia às 16h e traz a participação dos cantores Otto, de Pernambuco, e Marcelo Nakamura no show da banda oficial do Cauxi Eletrizado, Couro Velho, DJ Carol Amaral e apresentação de Os Tucumanus, Cabocrioulo e Alaídenegão.

“Finalmente vou ter um show em Manaus, como um dos convidados da banda do Bloco Cauxi Eletrizado e vou cantar várias músicas minhas”, comenta Otto. “É uma honra estar na Amazônia e em Manaus, estou muito feliz”.

O artista pernambucano também vai dividir os vocais com Marcelo Nakamura, na música “A Bajara”, lançada nas plataformas digitais em setembro do ano passado.

Figura central no cenário da cultura brasileira, Otto, em quase três décadas de estrada, experimentou diversos estilos, entre eles maracatu, brega, manguebeat, samba, rock e eletrônica. Atualmente em nova turnê, o cantor revisita sua produção, com um repertório composto dos principais sucessos.

Programação – Entre os destaques do bloco está a Estação Cauxi, um complexo de espaços instagramáveis e lounge com decoração de Adroaldo Pereira.

No concurso de fantasias, os foliões mais criativos concorrem a prêmios como baldes com cerveja e a melhor fantasia é escolhida pelo público.

FOTOS: Rui Mendes

CONTATOS PARA ENTREVISTAS:

Rafael Ângelo (Alaídenegão): 9 8100-3399

Denilson Novo (Os Tucumanus): 9 9111-0550

Milton Cabocrioulo: 9 9126-2618

MAIS INFORMAÇÕES: Manuella Barros – 98172-9842

Veja Mais

Artigos Relacionados:

Da seca extrema à exportação de uma solução: tecnologia ribeirinha de tratamento de água nascida no Amazonas atravessa fronteiras

Criado pelo Instituto Mamirauá no Médio Solimões em resposta à seca histórica de 2023 e 2024, o projeto “Água de Beber” chega agora a comunidades ribeirinhas da Amazônia equatoriana, que enfrentam os mesmos rios barrentos e a mesma vulnerabilidade climática do território onde a tecnologia foi pensada A seca de 2023 e 2024 baixou os rios da Amazônia a níveis nunca vistos, e comunidades ribeirinhas

Da seca extrema à exportação de uma solução: tecnologia ribeirinha de tratamento de água nascida no Amazonas atravessa fronteiras

Criado pelo Instituto Mamirauá no Médio Solimões em resposta à seca histórica de 2023 e 2024, o projeto “Água de Beber” chega agora a comunidades ribeirinhas da Amazônia equatoriana, que enfrentam os mesmos rios barrentos e a mesma vulnerabilidade climática do território onde a tecnologia foi pensada A seca de 2023 e 2024 baixou os rios da Amazônia a níveis nunca vistos, e comunidades ribeirinhas

Olá, visitante