Escola do Legislativo registra mais de 33 mil inscritos em janeiro

Número é mais que o dobro das inscrições registradas no mesmo período de 2022

A Escola do Legislativo Vereadora Léa Alencar Antony, registrou 33,4 mil inscrições durante o mês de janeiro. O número é mais que o dobro das inscrições realizadas no mesmo período de 2022. As inscrições feitas em janeiro encerraram no último dia 31 e são para os cursos que acontecem durante o mês de fevereiro. Novas vagas estarão disponíveis a partir do dia 15 de fevereiro.

Os mais de 80 cursos profissionalizantes disponíveis na modalidade de Ensino a Distância (EaD), têm duração de, em média, 30 horas, com direito a certificado de conclusão.

“Nosso objetivo é ampliar a oferta de vagas de qualificação profissional gratuita à população, possibilitando a inserção dessas pessoas no mercado de trabalho e contribuindo para a melhoria de vida dessas famílias”, destacou Caio André.

O diretor da Escola do Legislativo, Maurício Brilhante, alerta para o novo período de inscrições. “Se você não se matriculou (para este mês) tem que esperar até o dia 15 de fevereiro para realizar a matrícula. Quem se matriculou em janeiro tem até o dia 28 de fevereiro para concluir o curso”, disse.

Sobre a Escola – A Escola do Legislativo Vereadora Léa Alencar Antony foi instituída no âmbito da CMM no dia 12 de setembro de 2007 pelo então Presidente da Casa, vereador Leonel Feitoza, por meio da Resolução 049/2007.

A escola fica diretamente subordinada à presidência da Câmara, trazendo em sua estrutura um laboratório de informática, uma biblioteca e uma sala de aula com capacidade para 30 alunos, estruturada para qualificar os servidores do Poder Legislativo e oferecer cursos profissionalizantes à comunidade em geral.

Texto: Diretoria de Comunicação da CMM

Foto: Dircom/CMM

Veja Mais

Artigos Relacionados:

Da seca extrema à exportação de uma solução: tecnologia ribeirinha de tratamento de água nascida no Amazonas atravessa fronteiras

Criado pelo Instituto Mamirauá no Médio Solimões em resposta à seca histórica de 2023 e 2024, o projeto “Água de Beber” chega agora a comunidades ribeirinhas da Amazônia equatoriana, que enfrentam os mesmos rios barrentos e a mesma vulnerabilidade climática do território onde a tecnologia foi pensada A seca de 2023 e 2024 baixou os rios da Amazônia a níveis nunca vistos, e comunidades ribeirinhas

Da seca extrema à exportação de uma solução: tecnologia ribeirinha de tratamento de água nascida no Amazonas atravessa fronteiras

Criado pelo Instituto Mamirauá no Médio Solimões em resposta à seca histórica de 2023 e 2024, o projeto “Água de Beber” chega agora a comunidades ribeirinhas da Amazônia equatoriana, que enfrentam os mesmos rios barrentos e a mesma vulnerabilidade climática do território onde a tecnologia foi pensada A seca de 2023 e 2024 baixou os rios da Amazônia a níveis nunca vistos, e comunidades ribeirinhas

Olá, visitante