Ká Seixas realiza oficina sobre técnicas de improviso e leitura de movimento corpóreo

A inscrição é gratuita e pode ser feita pelo link na bio do Instagram da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (@culturadoam).

Incentivar o processo criativo de espetáculos e a interação entre movimento corpóreo e instrumentos são algumas das propostas da oficina de “Performance e Improvisação em Espetáculos de Dança”, com violinista e DJ Ká Seixas, que acontece nesta quarta-feira (25/01), a partir das 18h, no Teatro Américo Alvarez, na Rua Ramos Ferreira, 1512, Centro. A inscrição é gratuita e pode ser feita pelo link na bio do Instagram da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (@culturadoam).

A oficina faz parte da segunda edição do projeto “Angelim Vermelho”, idealizado por Francis Baiardi. Com apoio do Governo do Estado, por meio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa, a temporada levou ao público uma programação que incluiu lives, apresentações artísticas e espetáculos de dança voltados para questões ambientais.

Nesta edição, destaque para oficina com a violinista Ká Seixas, que irá abordar diferentes aspectos aplicados, tecnicamente e musicalmente, no espetáculo da dança que leva o nome do projeto.

“Levar o que faço em palco, para dentro da oficina vai ser bem interessante. Serão abordados, aspectos sobre improvisação, performance em palco, leitura de movimentos corpóreos, como promover a conversa entre instrumento e corpo e muito mais”, disse violinista.

Ká Seixas adianta que processo criativo para utilização de instrumentos nos espetáculos, também, será contemplado na oficina.

“Vou mostrar qual o tipo de material pode ser utilizado para manipulação sonora que, além dos pedais, existe uma infinidade de formas de promover o diálogo entre os sons e uma bailarina em palco”, finaliza.

A oficina tem duração de 2h30 e está aberta a instrumentistas com nível intermediário ou avançado. Os instrumentos de uso do participante podem ser levados à oficina.

Foto: Divulgação/Sec

Veja Mais

Artigos Relacionados:

Da seca extrema à exportação de uma solução: tecnologia ribeirinha de tratamento de água nascida no Amazonas atravessa fronteiras

Criado pelo Instituto Mamirauá no Médio Solimões em resposta à seca histórica de 2023 e 2024, o projeto “Água de Beber” chega agora a comunidades ribeirinhas da Amazônia equatoriana, que enfrentam os mesmos rios barrentos e a mesma vulnerabilidade climática do território onde a tecnologia foi pensada A seca de 2023 e 2024 baixou os rios da Amazônia a níveis nunca vistos, e comunidades ribeirinhas

Da seca extrema à exportação de uma solução: tecnologia ribeirinha de tratamento de água nascida no Amazonas atravessa fronteiras

Criado pelo Instituto Mamirauá no Médio Solimões em resposta à seca histórica de 2023 e 2024, o projeto “Água de Beber” chega agora a comunidades ribeirinhas da Amazônia equatoriana, que enfrentam os mesmos rios barrentos e a mesma vulnerabilidade climática do território onde a tecnologia foi pensada A seca de 2023 e 2024 baixou os rios da Amazônia a níveis nunca vistos, e comunidades ribeirinhas

Olá, visitante