Durante três dias “Chef Urbano” reúne grandes nomes da gastronomia e da música

O maior festival gastromusical do Norte acontece nos dias 9,10 e 11 de setembro

Após um hiato de dois ano por conta da pandemia do coronavírus, o Chef Urbano, maior festival gastromusical da região Norte, está de volta. O Sambódromo recebe o evento – que tem entrada gratuita – nos dias 9, 10 e 11 de setembro, sempre a partir das 17h.

O festival vai contar uma mega estrutura que, além de apresentar novos sabores ao público manauara em mais de 30 estações, contará com espaço pet friendly e kids.

Nas estações, o público que prestigiar o evento vai poder conhecer os principais cardápios oferecidos por chefs, restaurantes, food trucks e food bikes de empreendedores amazonenses.

“Um dos nossos principais objetivos com esse evento é oportunizar aos novos e pequenos empreendedores essa vitrine que é o Chef Urbano, apresentando ao público produtos de qualidade com valores bem acessíveis”, destacou Talles Luna, organizador do festival.

Música
A 14ª edição do Chef Urbano vai contar ainda com a presença VIP de dois nomes que estão em evidência no mundo gastronômico: a influencer e campeã do programa Mestre do Sabor, Ju Lima, e o campeão do MasterChef Brasil, Leo Young.

Além deles, atrações locais e nacionais vão animar o público do evento durante as três noites. Banda Fullgas, John Veiga e Uendel Pinheiro se juntam ao cantor e compositor Rafinha Barba no palco do Chef Urbano.

O rapper DZ6 fará um tributo à banda Charlie Brown Jr. O artista interpretou o cantor Chorão, que liderava a CBJr, no musical ‘Dias de luta, Dias de glória’.

Com informações da Assessoria

Veja Mais

Artigos Relacionados:

Da seca extrema à exportação de uma solução: tecnologia ribeirinha de tratamento de água nascida no Amazonas atravessa fronteiras

Criado pelo Instituto Mamirauá no Médio Solimões em resposta à seca histórica de 2023 e 2024, o projeto “Água de Beber” chega agora a comunidades ribeirinhas da Amazônia equatoriana, que enfrentam os mesmos rios barrentos e a mesma vulnerabilidade climática do território onde a tecnologia foi pensada A seca de 2023 e 2024 baixou os rios da Amazônia a níveis nunca vistos, e comunidades ribeirinhas

Da seca extrema à exportação de uma solução: tecnologia ribeirinha de tratamento de água nascida no Amazonas atravessa fronteiras

Criado pelo Instituto Mamirauá no Médio Solimões em resposta à seca histórica de 2023 e 2024, o projeto “Água de Beber” chega agora a comunidades ribeirinhas da Amazônia equatoriana, que enfrentam os mesmos rios barrentos e a mesma vulnerabilidade climática do território onde a tecnologia foi pensada A seca de 2023 e 2024 baixou os rios da Amazônia a níveis nunca vistos, e comunidades ribeirinhas

Olá, visitante