Projeto assegura tratamento diferenciado para mulheres com perda gestacional

Autora da proposta quer garantir às mulheres condições de superar a dor da perda
Projeto assegura tratamento diferenciado a gestantes que perdem bebê

O Projeto de Lei 1640/22 assegura a mulheres com perda gestacional (morte do bebê) direito à internação em ala separada das demais gestantes e atendimento por equipe multiprofissional, com psicólogo, antes, durante e após a expulsão espontânea ou assistida do feto.

O texto, que altera a Lei Orgânica da Saúde, está sendo analisado pela Câmara dos Deputados.”

Diante de relatos de muitas mães em todo o Brasil que enfrentaram perdas gestacionais, temos nítido conhecimento de que muitos procedimentos e rotinas referentes às intercorrências gestacionais (perdas, principalmente) podem ser profundamente traumáticos, marcando indelevelmente essas mulheres e repercutindo sobre as próximas gestações”, argumenta a autora, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC).

Tramitação
O projeto será analisado, em caráter conclusivo, pelas comissões de Defesa dos Direitos da Mulher; de Seguridade Social e Família; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Fonte: Agência Câmara de Notícias

Veja Mais

Artigos Relacionados:

Da seca extrema à exportação de uma solução: tecnologia ribeirinha de tratamento de água nascida no Amazonas atravessa fronteiras

Criado pelo Instituto Mamirauá no Médio Solimões em resposta à seca histórica de 2023 e 2024, o projeto “Água de Beber” chega agora a comunidades ribeirinhas da Amazônia equatoriana, que enfrentam os mesmos rios barrentos e a mesma vulnerabilidade climática do território onde a tecnologia foi pensada A seca de 2023 e 2024 baixou os rios da Amazônia a níveis nunca vistos, e comunidades ribeirinhas

Da seca extrema à exportação de uma solução: tecnologia ribeirinha de tratamento de água nascida no Amazonas atravessa fronteiras

Criado pelo Instituto Mamirauá no Médio Solimões em resposta à seca histórica de 2023 e 2024, o projeto “Água de Beber” chega agora a comunidades ribeirinhas da Amazônia equatoriana, que enfrentam os mesmos rios barrentos e a mesma vulnerabilidade climática do território onde a tecnologia foi pensada A seca de 2023 e 2024 baixou os rios da Amazônia a níveis nunca vistos, e comunidades ribeirinhas

Olá, visitante