Manicoré receberá projeto de fortalecimento da economia

Pelo menos cinco mil famílias que trabalham com açaí, castanha, borracha e pescado, serão beneficiadas

O município de Manicoré (distante 332 quilômetros de Manaus) vai receber um projeto piloto para o fortalecimento de quatro cadeias produtivas, com apoio do Governo do Amazonas, por meio da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação (Sedecti), beneficiando inicialmente cinco mil famílias. O cronograma das primeiras ações foi definido durante reunião realizada nesta segunda-feira (27/3), na sede do órgão, na rua Urucará, bairro Cachoeirinha, zona Sul.

De acordo com o chefe do Departamento de Diversificação Econômica da Sedecti, Sandro Amazonas, as ações serão realizadas em parceria com o Sebrae e a prefeitura do município. Ele explica ainda, que o desenvolvimento das cadeias produtivas no interior do Estado é um compromisso da gestão do governador Wilson Lima para o fortalecimento da economia usando os recursos naturais de forma sustentável. 

“Vamos tratar das cadeias produtivas, vamos tratar da questão ambiental, resíduos sólidos também e é claro envolver a ciência tecnologia e inovação dentro dos produtos das cadeias citadas do açaí, borracha, castanha e pescado no município de Manicoré”, afirmou Sandro.

O estado vai auxiliar os produtores no município com toda parte administrativa completa da cadeia produtiva, desde a produção até a destinação final do produto, agregando valor, gerando renda em diversas comunidades. Segundo Sandro, o projeto vai se estender aos demais municípios do Amazonas.

Segundo o prefeito de Manicoré, Lúcio Flávio, a ajuda do Governo do Amazonas vai potencializar a produção que é feita em menor escala no município, gerando crescimento dos produtos e da renda das comunidades e associações. “Com esse apoio, pelo menos cinco mil famílias vão ser beneficiadas e ver a sua produção ganhar força. Queremos aumentar o nosso trabalho, nossa produção, para contribuir com o Estado do Amazonas. Vamos trabalhar juntos e criar ainda mais projetos que viabilizem a melhoria da economia no interior”, destacou.

Fotos: Asafe Augusto/Sedecti

Veja Mais

Artigos Relacionados:

Da seca extrema à exportação de uma solução: tecnologia ribeirinha de tratamento de água nascida no Amazonas atravessa fronteiras

Criado pelo Instituto Mamirauá no Médio Solimões em resposta à seca histórica de 2023 e 2024, o projeto “Água de Beber” chega agora a comunidades ribeirinhas da Amazônia equatoriana, que enfrentam os mesmos rios barrentos e a mesma vulnerabilidade climática do território onde a tecnologia foi pensada A seca de 2023 e 2024 baixou os rios da Amazônia a níveis nunca vistos, e comunidades ribeirinhas

Da seca extrema à exportação de uma solução: tecnologia ribeirinha de tratamento de água nascida no Amazonas atravessa fronteiras

Criado pelo Instituto Mamirauá no Médio Solimões em resposta à seca histórica de 2023 e 2024, o projeto “Água de Beber” chega agora a comunidades ribeirinhas da Amazônia equatoriana, que enfrentam os mesmos rios barrentos e a mesma vulnerabilidade climática do território onde a tecnologia foi pensada A seca de 2023 e 2024 baixou os rios da Amazônia a níveis nunca vistos, e comunidades ribeirinhas

Olá, visitante