Pavimentação de ramais da BR-174 entra na reta final

Mais de 15 quilômetros estão sendo pavimentados, contemplando os ramais Sol Nascente, Frederico Veiga, Cláudio Mesquita e Novo Paraíso

O Governo do Amazonas, por meio da Secretaria de Estado de Infraestrutura e Região Metropolitana de Manaus (Seinfra), entrou na reta final com a obra de pavimentação dos ramais da rodovia BR-174, localizados na área metropolitana da capital amazonense.

O projeto, que tem um investimento no valor de R$ 22,9 milhões, faz parte de um pacote de obras de mobilidade que engloba os ramais Sol Nascente, com 1,98 quilômetros de extensão; Frederico Veiga, com 3,48 quilômetros; Cláudio Mesquita, com 4,8 quilômetros; e Novo Paraíso, com 5,43 quilômetros; além de uma rotatória. 

Com 98% de avanço, resta apenas a pavimentação em 300 metros da via no ramal Cláudio Mesquita para a obra ser concluída. Os serviços contemplam terraplenagem, pavimentação, drenagem e sinalização horizontal e vertical. Os quatro ramais também receberão serviços de hidrossemeadura, para evitar o desmoronamento dos taludes (barrancos) nas laterais das pistas.

Situado no quilômetro 2 da rodovia BR-174 (margem esquerda), o ramal Cláudio Mesquita dá acesso ao ramal Sol Nascente que, por sua vez, permite a entrada nos ramais Frederico Veiga e Novo Paraíso, por meio de uma rotatória situada no entroncamento.

Para o secretário de Infraestrutura, Carlos Henrique Lima, a obra trará inúmeros benefícios para os moradores destes ramais. “Esse pacote de obras vai permitir que muitas famílias possam trafegar com segurança, garantindo mais qualidade de vida e dignidade. Além disso, a conclusão dos serviços irá impactar positivamente na economia local, beneficiando os moradores da região e adjacências, e facilitar o escoamento da produção”, destacou.

FOTOS: Alan Santos/Seinfra 

Veja Mais

Artigos Relacionados:

Da seca extrema à exportação de uma solução: tecnologia ribeirinha de tratamento de água nascida no Amazonas atravessa fronteiras

Criado pelo Instituto Mamirauá no Médio Solimões em resposta à seca histórica de 2023 e 2024, o projeto “Água de Beber” chega agora a comunidades ribeirinhas da Amazônia equatoriana, que enfrentam os mesmos rios barrentos e a mesma vulnerabilidade climática do território onde a tecnologia foi pensada A seca de 2023 e 2024 baixou os rios da Amazônia a níveis nunca vistos, e comunidades ribeirinhas

Da seca extrema à exportação de uma solução: tecnologia ribeirinha de tratamento de água nascida no Amazonas atravessa fronteiras

Criado pelo Instituto Mamirauá no Médio Solimões em resposta à seca histórica de 2023 e 2024, o projeto “Água de Beber” chega agora a comunidades ribeirinhas da Amazônia equatoriana, que enfrentam os mesmos rios barrentos e a mesma vulnerabilidade climática do território onde a tecnologia foi pensada A seca de 2023 e 2024 baixou os rios da Amazônia a níveis nunca vistos, e comunidades ribeirinhas

Olá, visitante